(Paulo Freire)
Na manhã de quarta – feira (06/02), os/as trabalhadores/as em
educação ocuparam a Câmara Municipal de Teixeira de Freitas com o objetivo de reivindicar
a segunda parcela da “reposição salarial” de 3,41% que se encontra de acordo
com a Lei 11.738/08.
Os/as trabalhadores/as em educação realizaram duas
assembleias. A primeira no dia 05 de dezembro (2018). Nessa foi decidido pela
categoria que, por não estarem avançando nas negociações com relação ao
reajuste, os/as trabalhadores/as da rede municipal estavam terminando o ano
letivo em estado de greve. A segunda, em 05 de janeiro (2019). Nesse dia os
professores/as optaram por paralisar as suas atividades por um dia (06/02).
Por que os trabalhadores
paralisaram as suas atividades?
No ano de 2018 a reposição salarial de acordo com a Lei 11.738/08 mais conhecida como Lei do Piso, seria de 6,81%. Depois de muitas paralisações, reivindicações nas redes sociais e na mídia local as negociações com o prefeito Temóteo Alves de Brito (PSD) foi que seria pago 3,4 naquele momento e que manteria uma dialogo para ver as possibilidades dos 3,41%. Acontece que o gestor não tem comparecido na mesa para negociar e nem tem apresentado uma proposta para a categoria.
Por que ocupar a Câmara
Municipal de Teixeira de Freitas?
Foi decidido pela direção da APLB – Sindicato juntamente com
a categoria que ocupar a Câmara Municipal de Teixeira de Freitas, daria uma visibilidade
à luta dos trabalhadores em educação para as dificuldades que a categoria vem
enfrentando nas negociações com o prefeito Temóteo Alves de Brito (PSD) com
relação aos 3,41%.
Com a Palavra, a professora:
“A
ocupação da câmara foi mais uma conquista da categoria. Essa por sua vez abriu
a possibilidade de diálogo com o prefeito Temóteo Alves de Brito (PSD) que até
então não havia recebido a categoria ou que em muitos momentos se ausentava da
mesa de negociações. Nada que os trabalhadores/as em educação têm atualmente de
direitos foi uma doação. Todos os direitos foram conquistados por meio da luta
da categoria. E mais uma vez isso aconteceu. O sindicato por meio da mobilização
realizada na câmara conseguiu avançar nas negociações e no diálogo, pois no dia
26/02 vamos nos reunir e escutar a proposta que o gestor vai ofertar. Agora
enquanto isso, ainda vamos permanecer em estado de greve” – declarou a
professora Brasília a nossa equipe de redação.


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