No dia 05 de dezembro a direção da
APLB - Sindicato realizou uma Assembleia na Escola Vila Vargas às 18:00 horas para
tratar do impasse que a categoria vem enfrentando sobre a reposição salarial. De forma mais específica no que
compete ao Piso Salarial Nacional mais conhecida como Lei 11.738/08 que em 2018 teve o reajuste de 6,81%.
(Créditos da imagem: Arquivo da APLB - Sindicato/Departamento de Imprensa/Autor: André Almeida)
A Lei nº 11.738/08 fez a previsão de
reposição salarial de 6,81%. Desses por meio de paralisações e negociações foram
conquistados 3.4%, mas ficaram 3.41% que após viagem a Brasília para tentar uma
emenda parlamentar que complementasse o orçamento poderia ser revisto tal
situação. Na viagem a Brasília não foi possível a reposição junto ao Ministério
da Educação. Diante disso, foi marcada uma reunião com o prefeito Temóteo Alves
de Brito (PSD), que não compareceu à mesa de negociação.
(Créditos da imagem: Arquivo da APLB - Sindicato/Departamento de Imprensa/Autor: André Almeida)
Foi no contexto acima que ocorreu no dia
05 de dezembro uma Assembleia com a categoria. Nela foi deliberado que o final
do ano termina em estado de greve caso o atual prefeito Temóteo Alves de Brito (PSD), não sente para negociar com a categoria sobre a perda no que
compete aos 3,41%.
(Créditos da imagem: Arquivo da APLB - Sindicato/Departamento de Imprensa/Autor: André Almeida)
“É uma situação na qual a categoria está tendo perdas. Estamos compreendendo a situação do município, porém não podemos
deixar que os trabalhadores/as em educação paguem a conta. Dessa forma, o ano
letivo termina em estado de greve. No início do ano letivo no dia 29 de
janeiro, durante a jornada pedagógica, vamos realizar outra Assembleia e
decidir se o ano letivo vai ser iniciado ou não. Tudo vai depender do desfecho
em relação a reposição das perdas que os trabalhadores/as estão tendo ao longo
desse ano que termina” – declarou a professora Brasília a nossa equipe de
reportagem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário