terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Trabalhadores em Educação em Teixeira de Freitas terminam o ano letivo em estado de greve


        No dia 05 de dezembro a direção da APLB - Sindicato realizou uma Assembleia na Escola Vila Vargas às 18:00 horas para tratar do impasse que a categoria vem enfrentando sobre a reposição salarial. De forma mais específica no que compete ao Piso Salarial Nacional mais conhecida como Lei 11.738/08 que em 2018 teve o reajuste de 6,81%. 
 
(Créditos da imagem: Arquivo da APLB - Sindicato/Departamento de Imprensa/Autor: André Almeida)

        A Lei nº 11.738/08 fez a previsão de reposição salarial de 6,81%. Desses por meio de paralisações e negociações foram conquistados 3.4%, mas ficaram 3.41% que após viagem a Brasília para tentar uma emenda parlamentar que complementasse o orçamento poderia ser revisto tal situação. Na viagem a Brasília não foi possível a reposição junto ao Ministério da Educação. Diante disso, foi marcada uma reunião com o prefeito Temóteo Alves de Brito (PSD), que não compareceu à mesa de negociação.

        (Créditos da imagem: Arquivo da APLB - Sindicato/Departamento de Imprensa/Autor: André Almeida)

          Foi no contexto acima que ocorreu no dia 05 de dezembro uma Assembleia com a categoria. Nela foi deliberado que o final do ano termina em estado de greve caso o atual prefeito Temóteo Alves de Brito (PSD), não sente para negociar com a categoria sobre a perda no que compete aos 3,41%.

        (Créditos da imagem: Arquivo da APLB - Sindicato/Departamento de Imprensa/Autor: André Almeida)

         “É uma situação na qual a categoria está tendo perdas. Estamos compreendendo a situação do município, porém não podemos deixar que os trabalhadores/as em educação paguem a conta. Dessa forma, o ano letivo termina em estado de greve. No início do ano letivo no dia 29 de janeiro, durante a jornada pedagógica, vamos realizar outra Assembleia e decidir se o ano letivo vai ser iniciado ou não. Tudo vai depender do desfecho em relação a reposição das perdas que os trabalhadores/as estão tendo ao longo desse ano que termina” – declarou a professora Brasília a nossa equipe de reportagem.


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