terça-feira, 3 de julho de 2018

APLB – Sindicato visita Escola Gelson de Oliveira Costa e constata que as demandas há tempos reivindicadas continuam não sendo atendidas!


Na manhã do dia 26 de junho, a direção da APLB – Sindicato visitou a Escola Municipal Gelson de Oliveira Costa. A unidade está localizada no bairro Colina Verde e atende a uma média de 200 alunos/as, na etapa de Educação Infantil.

Foto 1: Acima imagem do armário que guarda a merenda das crianças. Segundo uma funcionária as vezes chegam a dar biscoito com suco três vezes durante os cinco dias da semana (créditos da foto/APLB - Sindicato).

         A equipe de reportagem e a direção da APLB – Sindicato, já haviam visitado a escola (13/03) e retornaram para saber se houve conquistas, após as denúncias dos problemas existentes no ambiente (Link da reportagem).

Imagens 2, 3 e 4: Sem reformas, o que não falta na escola são armengos. Na foto acima, que mostra a pia da cozinha, vemos um cano que vai parar no banheiro. Ao lado a porta sem fechadura precisa ser puxada com uma espécie de cordão para manter fechada (créditos da foto/APLB - Sindicato).

         As notícias não são das melhores, pois as salas de aulas continuam apresentando uma quantidade maior de alunos/as do que comporta. Algumas situações são tão graves que não tem sequer a possibilidade de colocar uma mesa para o professor/a realizar algumas atividades de orientação pedagógica para o estudante. Os banheiros não foram adaptados e nem tem um prazo para que isso seja realizado. Situação semelhante ocorre com a merenda, que devido à falta dos produtos que se encontram no cardápio, a unidade é forçada a servir apenas biscoito com suco. Segundo depoimento de uma funcionária que não quis se identificar, em alguns casos isso ocorre três vezes durante os dias da semana.
Imagens 5, 6 e 7: Na primeira foto, que ocorreu na primeira visita da nossa equipe de reportagem, a criança a esquerda, aparece usando a garrafa azul para tomar água, ao lado temos o bebedouro quebrado. A direita, o bebedouro em que alunos/as formam fila para tomar água. A situação continua a mesma! (créditos da foto/APLB - Sindicato).

         “Gostaria de iniciar minha fala parabenizando ao excelente trabalho que as professoras realizam em condições tão adversas como as que estamos constatando aqui. Elas são e vão continuar sendo uma referencia para a comunidade em geral e para os seus alunos/as em específico. Mas não posso deixar de dizer que é muito triste saber que se gasta mais tempo em uma fila para tomar água, devido ao problema do bebedouro, do que em recreação e atividades lúdicas. Não é essa a escola que queremos para os filhos/as, dos trabalhadores de Teixeira de Freitas” – declarou a professora Brasília. 

Imagens 8 e 9: As crianças usam o mesmo banheiro, pia e vaso não foram adaptados para elas (créditos da foto/APLB - Sindicato). 

         “Com 50% da sua gestão em andamento, o prefeito Timóteo Alves de Brito (PSD), ainda não construiu uma única escola sequer. Essa gestão precisa dizer a que veio e mudar sua postura com relação aos filhos/as dos trabalhadores/as, ofertando a eles uma educação, pública e de qualidade. Coisa que infelizmente ainda não ocorreu e se a postura dele continuar sendo essa, certamente não ocorrerá. Nós fizemos várias denuncias ao MP - Ministério Público – sobre as condições das escolas, mas a morosidade da justiça muitas vezes faz com que as coisas não aconteçam. Vamos continuar fazendo nossa parte que é fiscalizar e denunciar até que providencias sejam tomadas por parte da justiça” – declarou a coordenadora da delegacia do Extremo Sul da APLB – Sindicato a professora Brasília Marques a nossa equipe de reportagem.

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