segunda-feira, 11 de junho de 2018

APLB – Sindicato/Reportagem: Trabalhadores/as da Rede Municipal de Educação vão paralisar suas atividades nos dias 19 e 20 de junho


Departamento de Imprensa da APLB - Sindicato
 No dia 08 de junho, APLB – Sindicato, realizou uma Assembleia com os trabalhadores/as em educação. A mesma ocorreu na Escola Municipal Vila Vargas, tendo como pontos principais: pagamento da primeira parcela do 13º - décimo terceiro, reajuste do Piso Nacional de 6,81% [Lei Nº 11.738/2008] e a data de pagamento dos salários da categoria.


Imagem 1: Trabalhadores/as, em educação escutam atentamente os (des)caminhos que a Educação Pública de Teixeira de Freitas vem tomando com o atual Secretário de Educação e Cultura Hermon Freitas. 

Durante a Assembleia os trabalhadores em educação votaram pela paralisação de advertência da rede pública municipal de ensino por dois dias: 19 e 20 de junho. “Se as negociações não avançarem, depois das paralisações, vamos cumprir o rito legal para que seja iniciada a greve por tempo indeterminado que terá inicio durante os festejos juninos” – declarou a professora Brasília a nossa equipe de reportagem.

 
Imagem 2: professora Brasília Marques, durante a reunião explica os pontos que culminaram na paralisação do dia 19 e 20. São eles: Reposição do Piso de 6,81%, os honorários da 1ª parcela do 13º e o pagamento dos salários dos trabalhadores/as em educação no último dia do mês.


O impasse entre a gestão e os educadores ocorreu quando o atual prefeito Temoteo Brito (PSD), não compareceu a mesa de negociações que ocorreu no gabinete da PMTF – Prefeitura Municipal de Teixeira de Freitas - na tarde de quarta - feira (06/06) com os representes da categoria (Veja reportagem). Entre eles a direção da APLB – Sindicato, e representantes do CME – Conselho Municipal de Educação, dos cuidadores e das merendeiras. 
Imagem 3: Na tabela acima os estudos realizados pelo setor de finanças da APLB - Sindicato, comprovam que os valores que se encontram em caixa da PMTF dariam para pagar a reposição do Piso de 6,81%, a primeira parcela do 13º e realizar o depósito dos salários dos trabalhadores/as em educação no último dia do mês. 

“O Secretário de Educação na ausência do prefeito queria nos apresentar números. Nossos estudos apontam que entraram mais de 35 milhões de reais na conta da educação até o mês de Maio. Ainda dando continuidade na linha de raciocínio, no que compete aos números, só no mês de junho a União [Governo Federal] já depositou na conta do FUNDEB o valor de mais de 2,6 dois milhões e seiscentos mil. Se o Secretário Hermon Freitas, quer apresentar números, por favor, se dirija aos meios de comunicação e diga que no total só nesse ano, entraram mais de 35 milhões de FUNDEB nos cofres públicos, o que dá uma média de mais de 7 milhões por mês. Qual a conclusão que podemos chegar? Dinheiro tem! Tanto para pagar o 13º décimo terceiro, quanto para realizar o reajuste e fazer o pagamento dos salários dos trabalhadores em educação no último dia útil do mês. O que a categoria gostaria de saber são os reais motivos para a negação desses direitos” – declarou a professora Brasília a nossa equipe de reportagem.

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