Departamento de Imprensa da
APLB - Sindicato
Imagem 1:
Trabalhadores/as, em educação escutam atentamente os (des)caminhos que a
Educação Pública de Teixeira de Freitas vem tomando com o atual Secretário de
Educação e Cultura Hermon Freitas.
Durante
a Assembleia os trabalhadores em educação votaram pela paralisação de
advertência da rede pública municipal de ensino por dois dias: 19 e 20 de
junho. “Se as negociações não avançarem, depois das paralisações, vamos cumprir
o rito legal para que seja iniciada a greve por tempo indeterminado que terá
inicio durante os festejos juninos” – declarou a professora Brasília a nossa
equipe de reportagem.
Imagem 2: professora Brasília Marques, durante a reunião explica os pontos que culminaram na paralisação do dia 19 e 20. São eles: Reposição do Piso de 6,81%, os honorários da 1ª parcela do 13º e o pagamento dos salários dos trabalhadores/as em educação no último dia do mês.
O impasse entre a gestão e os educadores ocorreu
quando o atual prefeito Temoteo Brito (PSD), não compareceu a mesa de
negociações que ocorreu no gabinete da PMTF – Prefeitura Municipal de Teixeira
de Freitas - na tarde de quarta - feira (06/06) com os representes da
categoria (Veja reportagem). Entre eles a direção da APLB – Sindicato, e representantes do CME – Conselho Municipal
de Educação, dos cuidadores e das merendeiras.
Imagem 3: Na tabela acima os estudos realizados pelo setor de finanças
da APLB - Sindicato, comprovam que os valores que se encontram em caixa da PMTF
dariam para pagar a reposição do Piso de 6,81%, a primeira parcela do 13º e
realizar o depósito dos salários dos trabalhadores/as em educação no último dia
do mês.
“O
Secretário de Educação na ausência do prefeito queria nos apresentar números.
Nossos estudos apontam que entraram mais de 35 milhões de reais na conta da
educação até o mês de Maio. Ainda dando continuidade na linha de raciocínio, no
que compete aos números, só no mês de junho a União [Governo Federal] já
depositou na conta do FUNDEB o valor de mais de 2,6 dois milhões e seiscentos
mil. Se o Secretário Hermon Freitas, quer apresentar números, por favor, se
dirija aos meios de comunicação e diga que no total só nesse ano, entraram mais
de 35 milhões de FUNDEB nos cofres públicos, o que dá uma média de mais de 7
milhões por mês. Qual a conclusão que podemos chegar? Dinheiro tem! Tanto para
pagar o 13º décimo terceiro, quanto para realizar o reajuste e fazer o
pagamento dos salários dos trabalhadores em educação no último dia útil do mês.
O que a categoria gostaria de saber são os reais motivos para a negação desses
direitos” – declarou a professora Brasília a nossa equipe de reportagem.
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