No dia 12 de junho, o Secretário Hermon
Freitas, enviou para sede da APLB – Sindicato, o ofício nº 217/18. O
documento tenta omitir a posição da diretoria da APLB – Sindicato na mesa
de negociação e trata de quatro pontos centrais. São eles: Lei do Piso/rejuste 6,81%, 13º Salário, data
do pagamento mensal dos servidores, além da paralisação/ou possível greve.
Imagem 1: A esquerda, cartaz dos festejos de São João. A direita, alunos/as, de uma unidade de ensino público e municipal. A situação de calamidade das escolas públicas de Teixeira de Freitas, foi parar em rede de televisão conforme comprova o registro da foto acima.
O ponto que o documento mais tentou
ocultar foi o que vem ganhando força e despertando interesse dos teixeirenses e da imprensa local:
a preocupação do Secretário de Educação e Cultura Hermon Freitas, com a paralisação aprovada em Assembleia e que foi marcada para os dias 19
e 20. Além disso, vem tirando o sono do gestor da pasta de Educação e Cultura a possibilidade de uma greve durante os festejos de São João que vão ocorrer entre os dias 22 à 30 de junho (Veja reportagem no site oficial da PMTF).
Imagem 2: Em ofício enviado para sede da APLB - Sindicato, Secretário Hermon Freitas, manifesta preocupação com possivel greve dos trabalhadores/as em educação e pede revisão da decisão da paralisação nos dias 19 e 20 de junho.
“O São João de Teixeira de Freitas,
está se tornando uma grande possibilidade e oportunidade para os trabalhadores/as
em educação, mostrarem não só a comunidade teixeirense, mas a todos/as do Extremo
Sul, como o Secretário Hermon Freitas, vem (des)tratando a educação e os
educadores” - defendeu a professora Brasília.
Imagem 3: Documento enviado ao MP tem despertado interesse da imprensa local, para saber a legalidade das verbas que estão bancando evento. Acima, foto do documento encaminhado pela presidente do CME - Conselho Municipal de Educação - Adriana Serapião.
“De certa forma, uma festa com essa
grandeza de atrações, com mais de 40 bandas regionais, corre o risco de se
tornar um tiro no pé. Basta lembrar que o CME – Conselho Municipal de Educação acionou
o MP - Ministério Público - por meio de sua presidente Adriana Serapião descrevendo
a possibilidade de irregularidades no que compete as verbas que estão sendo usadas
para bancar a vinda das atrações e toda estrutura vinculada a ela. E mesmo que
essas verbas sejam legais, a festa deixa de ser uma referencia para a
comunidade teixeirense quando assistimos a um processo de sucateamento da
educação e os professores/as se encontram de bolsos vazios e sem terem como participar de
forma mais efetiva” defendeu a professora Brasília a nossa equipe de redação.
Documento na integra emitido pelo
Secretário de Educação e Cultura Hermon Freitas



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