terça-feira, 13 de março de 2018

VEREADOR MARCILIO TENTA RASGAR O ESTATUTO DO MAGISTÉRIO E O PLANO DE CARREIRA DANDO COMO PROPOSTA A RETIRADA DE DIREITOS DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO QUE FORAM CONQUISTADOS COM MUITA LUTA!


                                                                                         Por APLB - Sindicato/Departamento de Imprensa
No dia, 05 de março, o vereador Marcilio Goulart (PT), cedeu uma entrevista ao site Foco no Poder (veja a mesma no link: Foco no Poder: vereador Marcílio Goulart). Os trabalhadores em educação do município foram surpreendidos com as afirmações de nosso representante. Essas estavam vinculadas a duas áreas: A saúde e a educação. No que compete à educação Municipal, ele defende corte de direitos o que leva a diminuição dos salários.
Imagem 1: Vereador  Marcílio Goulart (PT), defende a necessidade de mecher no Plano de Carreira, mas votou a favor do 13º para os vereadores. Isso comprova que as medidas de corte são para os trabalhadores em educação e não para os profissionais da política. No mesmo ano (2018), o vereador vota a favor da Lei que aumento seu salário. (veja link: Câmara de Teixeira aprova aumento de salário para vereadores 

“No que diz respeito a educação o vereador Marcilio tenta rasgar o Estatuto do Magistério e o Plano de Carreira, dando como proposta a retirada de direitos dos profissionais da educação que foram conquistados com muita luta. Se o nosso representante estivesse realmente preocupado com a questão financeira em nosso Município ele não colocaria como foco a retirada de direitos, mas votaria contra a aprovação do 13º para vereadores e as férias” – declarou a professora Brasília a nossa equipe de redação.

Vídeo 1: Assista a entrevista com a presidente da APLB de Teixeira de Freitas

“As posições do vereador demonstram um despreparo no que toca à educação. No que diz respeito ao Município ela é obrigatória dos 4 aos 14 anos, porém a creche que atende crianças de 0 a 3 anos de idade fica de fora da obrigatoriedade. Estamos lutando para ampliar e melhorar a qualidade desse seguimento, mas ele não é garantido em lei. Seja na Carta Magna ou na LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Mesmo que no PNE – Plano Nacional de Educação - a defesa seja pela ampliação das vagas em no mínimo 50%".

Vídeo 2: APLB reivindica melhorias na educação de Teixeira de Freitas.

“Quanto ao reordenamento, a Direção da APLB-Sindicato está  visitando as escolas, tirando fotos, fazendo reportagem, conversando com funcionários, pais/responsáveis e estudantes, mas até a presente data não encontramos o veredor Marcílio em nenhuma delas. Também não encontramos uma equipe de acompanhando enviada por ele para fazer uma analise da condução desse processo. Diferente dele, o Sindicato tem visitado as escolas, acompanhado os equívocos do reordenamento e cobrado as melhorias necessárias. É preciso enfatizar que esse projeto saiu do gabinete do governo anterior - João Bosco (PT) - ao qual ele fazia parte.” disse em entrevista a professora Brasília.

Imagem 2: professora Brasília
da delegacia da APLB do Extremo Sul

A respeito da Carga Horária, dos profissionais em educação a APLB – Sindicato tem acompanhado de perto e cobrado que nesse processo seja garantido os direitos legais e que o(a) professor (a), não seja penalizado (a). Além disso, o nosso legislador comete equívocos gigantescos com relação à Lei do Piso [Lei nº 11.738],  pois ela não é Municipal, é amparada em uma luta de âmbito Nacional, da qual ele demonstra não ter nenhuma intimidade. Nesse sentido, a nossa real preocupação, é com a postura do vereador, que foi forjado no seio do Partido dos Trabalhadores, vir a público defender que é preciso cortar direitos, que são frutos da luta árdua dos Trabalhadores (as) e que são garantidos tanto no Estatuto do Magistério quanto no Plano de Carreira. Não queremos acreditar que o edil defenda a bandeira da elite de que os (as) trabalhadores (as) em educação, mais uma vez, sejam obrigados a pagar a conta!   É lamentável a posição de Marcilio.  Talvez ele se esqueceu de que também foi, é e continuará sendo um trabalhador! – finalizou a professora Brasília a nossa equipe de redação.


Um comentário:

  1. Marcílio chamou a APLB de sindicato pelego e exigi que a presidente do conselho de educação trabalhe como os outros presidentes de conselho!

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