Por APLB - Sindicato/Departamento de Imprensa
No dia, 05 de março, o vereador Marcilio Goulart
(PT), cedeu uma entrevista ao site Foco no Poder
(veja a mesma no link: Foco no Poder: vereador Marcílio Goulart). Os trabalhadores em educação do município foram
surpreendidos com as afirmações de nosso representante. Essas estavam
vinculadas a duas áreas: A saúde e a educação. No que compete à educação
Municipal, ele defende corte de direitos o que leva a diminuição dos salários.
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| Imagem 1: Vereador Marcílio Goulart (PT), defende a necessidade de mecher no Plano de Carreira, mas votou a favor do 13º para os vereadores. Isso comprova que as medidas de corte são para os trabalhadores em educação e não para os profissionais da política. No mesmo ano (2018), o vereador vota a favor da Lei que aumento seu salário. (veja link: Câmara de Teixeira aprova aumento de salário para vereadores |
“No que diz respeito a educação o vereador Marcilio tenta rasgar o Estatuto do Magistério e o Plano
de Carreira, dando como proposta a retirada de direitos dos
profissionais da educação que foram conquistados com muita luta. Se o nosso
representante estivesse realmente preocupado com a questão financeira em nosso
Município ele não colocaria como foco a retirada de direitos, mas votaria
contra a aprovação do 13º para vereadores e as férias” – declarou a professora
Brasília a nossa equipe de redação.
Vídeo 1: Assista a entrevista com a presidente da APLB de Teixeira de Freitas
“As posições do vereador demonstram um despreparo no que toca à
educação. No que diz respeito ao Município ela é obrigatória dos 4 aos 14 anos,
porém a creche que atende crianças de 0 a 3 anos de idade fica de fora da
obrigatoriedade. Estamos lutando para ampliar e melhorar a qualidade desse
seguimento, mas ele não é garantido em lei. Seja na Carta Magna ou na LDB – Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Mesmo que no PNE – Plano Nacional de Educação - a defesa seja pela
ampliação das vagas em no mínimo 50%".
Vídeo 2: APLB r eivindica melhorias na educação de Teixeira de Freitas.
“Quanto ao reordenamento, a Direção da
APLB-Sindicato está visitando as
escolas, tirando fotos, fazendo reportagem, conversando com funcionários,
pais/responsáveis e estudantes, mas até a presente data não encontramos o veredor
Marcílio em nenhuma delas. Também não encontramos uma equipe de acompanhando enviada
por ele para fazer uma analise da condução desse processo. Diferente dele, o
Sindicato tem visitado as escolas, acompanhado os equívocos do reordenamento e
cobrado as melhorias necessárias. É preciso enfatizar que esse projeto saiu do
gabinete do governo anterior - João Bosco (PT) - ao qual ele fazia parte.”
disse em entrevista a professora Brasília.
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| Imagem 2: professora Brasília da delegacia da APLB do Extremo Sul |
A respeito da Carga Horária, dos profissionais em
educação a APLB – Sindicato tem acompanhado de perto e cobrado que nesse
processo seja garantido os direitos legais e que o(a) professor (a), não seja
penalizado (a). Além disso, o nosso legislador comete equívocos gigantescos com
relação à Lei do Piso [Lei nº 11.738], pois ela não é Municipal, é amparada em uma
luta de âmbito Nacional, da qual ele demonstra não ter nenhuma intimidade. Nesse
sentido, a nossa real preocupação, é com a postura do vereador, que foi forjado
no seio do Partido dos Trabalhadores, vir a público defender que é
preciso cortar direitos, que são frutos da luta árdua dos Trabalhadores (as) e
que são garantidos tanto no Estatuto
do Magistério quanto no Plano
de Carreira. Não
queremos acreditar que o edil defenda a bandeira da elite de que os (as)
trabalhadores (as) em educação, mais uma vez, sejam obrigados a pagar a conta! É lamentável a posição de
Marcilio. Talvez ele se esqueceu de que
também foi, é e continuará sendo um trabalhador! – finalizou a professora
Brasília a nossa equipe de redação.


Marcílio chamou a APLB de sindicato pelego e exigi que a presidente do conselho de educação trabalhe como os outros presidentes de conselho!
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