Sepultamento de pessoas que morreram
com suspeita de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, no cemitério
Parque das Flores, localizado no bairro de Tejipió, na zona oeste do Recife. Na
cidade do Extremo Sul da Bahia em Teixeira de Freitas, em plena crise de
pandemia e combate ao covid-19 mais de 500 funcionários públicos contratados
tiveram rescisão dos contratos e outros tiveram sua gratificação retirada. Para que o quadro acima não se repita em Teixeira de Freitas o prefeito Brito e seus secretários deveriam criar medidas protetivas e projetos que garantam o isolamento social. Entre elas o pagamento dos vencimentos. fonte:The Intercept Brasil/Foto: Genival Fernandez/Agência Pixel Press/Folhapress
APLB - Sindicato
Delegacia do Extremo Sul, vem a toda comunidade de Teixeira de Freitas (BA), prestar
sua solidariedade aos mais de 500 profissionais que tiveram quebra de contrato
nesse momento tão adverso de combate ao covid-19. Entre eles temos os
profissionais da saúde que com muita dedicação vem se expondo para salvar
vidas. Nossa leitura é para que o prefeito Temóteo Brito (PP), criasse projetos
que tivessem como finalidade medidas protetivas para os profissionais da saúde
e para seus familiares.
Além
dos profissionais da saúde tiveram quebra de contrato as seguintes categorias: professor,
técnico administrativo, auxiliar de serviços gerais, cozinheiro, ajudantes de
ensino, auxiliar de creche, porteiro, ajudante de cozinha, auxiliar de
disciplina, assistente social e interprete de libras.
Compreendemos que
estamos em um momento difícil de confinamento social. Diante disso, o prefeito Temóteo
Brito (PP) e o secretário de Saúde Hebert Fernandes Chagas deveriam estar
anunciando medidas protetivas para a população com os R$ 4.554.643,81 quatro
milhões, quinhentos e cinquenta e quatro mil, seiscentos e quarenta e três reais
e oitenta e um centavos. Com esse montante nos cofres públicos também o gestor
municipal não cortaria as gratificações dos servidores públicos e nem os contratos em serviços tão essenciais como o da saúde.
Acima foto do Fundo Municipal de
Saúde de Teixeira de Freitas. Com uma população estimada em mais de 160 mil
habitantes o Município recebeu quase R$ 4,5 quatro milhões e meio, mas mesmo assim dispensou funcionários
públicos essenciais do campo da saúde para o combate ao covid-19.
Para os cortes das gratificações e
dispensas de mais de 500 funcionários o gestor e seus secretários não
apresentaram nenhum planejamento que comprove a queda de arrecadação do Município.
Diante disso, seus atos ferem a Constituição Federal no Art. 37 no compete a
administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes
da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos
princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade.
Portanto, APLB-Sindicato se solidariza
com os servidores públicos em seus mais diferentes segmentos e sempre vamos
lutar para que nesse tempo de pandemia os trabalhadores gozem de estabilidade e
não tenham seus contratos rescindidos. Diante disso, uma das pautas que
defendemos é o concurso público para que os servidores públicos não fiquem a mercê
de políticos locais. Entre eles vereadores, prefeitos ou secretários, mas que
tenham autonomia inerente ao cargo e gozem de estabilidade.
Direção da
APLB-Sindicato Delegacia do Extremo Sul




Juntos e misturados nessa luta que impacta mais ainda na educação!
ResponderExcluirAPLB-Sindicato não pode se furtar de apoiar a luta dos trabalhadores/as. Sempre fomos combativos. E msm em isolamento social não vamos mudar nossa postura. Agradecemos pelo apoio! Em devesa dos trabalhadores/as.
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