Na quinta – feira (10/08) a equipe da APLB
Sindicato visitou algumas unidades que estão localizadas no campo, foram elas,
a Escola Municipal Alfredo Felix, a Escola Municipal Arara e Escola Municipal
São Pedro. Depois de quatro meses nossa equipe de reportagem entrou em contato com funcionários das unidades e os problemas ainda não foram resolvidos. 

A
situação da Escola Municipal São Pedro não é das melhores, localizada na
comunidade de Araras, a unidade não tem janelas, e nem ventiladores dentro das
suas dependências. Em dias quentes crianças e professores/as passam mal por
causa do calor. Para amenizar as aulas são ministradas embaixo de uma árvore. A
sala é multisseriada, ou seja, alunos/as de diferentes níveis e idades dividem
o mesmo espaço. O teto não é forrado. Esse último fato faz com que morcegos
façam morada no teto. “É muito comum fezes de morcego caírem sobre os
estudantes” - disse uma funcionária a nossa equipe de reportagem. O banheiro
não tem descarga e mesmo se tivesse não fazia diferença, pois é constante a
falta de água. O que faz com que os estudantes sejam dispensados. Para diminuir o problema, foi solicitado que os/as alunos/as tragam água de
sua residência para seu consumo. No caso do banheiro uma funcionária busca água em sua casa para
dar descarga no único banheiro que as crianças usam. Um poço artesiano seria a
solução. “O espaço lembra mais uma senzala que uma sala de aula propriamente
dita” – destacou o professor de História e diretor da APLB André Almeida.
Na Escola Municipal de Arara, a situação
também é de abandono. Mesmo em coisas pequenas a situação não é diferente. Os
copos precisam ser trocados, pois estão impróprios para o uso. Algumas
torneiras do bebedouro estão “armengadas”. Não são apenas os utensilios domésticos que precisam
ser trocados, mas os pratos, o armário, colheres entre outros. A
professora atende uma clientela multisseriada em condições que não são as mais
adequadas.


"A direção da APLB entrou em contato com o
Secretário de Educação e Cultura Hermon Freitas para que os problemas
fossem resolvidos, mas até a publicação
dessa matéria eles continuam. Estamos aguardando para que essas e outras
questões sejam resolvidas ainda nesse ano. É indispensável que essa situação
não se arraste para o ano de 2019" - declarou a professora Brasília.

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