quinta-feira, 13 de setembro de 2018

APLB – Sindicato nega apoio a candidatos que promovam a violência


       
APLB – Sindicato não vai apoiar ou pedir aos seus filiados que votem em candidatos que incitem o ódio e que tentem fazer com que os conflitos no Brasil venham a crescer.
“Não podemos defender ou apoiar um discurso de ódio contra, mulheres, crianças, “homossexuais”, “populações indígenas”, religiões que tenham vinculo com nossa ancestralidade africana, nem que propaguem mesmo que indiretamente posições racistas, misóginas, entre outras" – declarou o professor André Almeida a nossa equipe de reportagem.

“Lamentamos  que práticas que não respeitem grupos que são minorias nas representações dos espaços de poder, como no campo da política, mas que não são minorias em número de lutas pelos seus direitos, continuem sendo vítimas do ódio dentro das redes sociais e fora delas. A eleição é um bom momento para que movimentos sociais, sindicais, igrejas, educadores, e trabalhadores em geral se posicionem no que compete aos projetos que defendam os interesses da categoria e que pautas sejam colocadas no programa de governo desses que vão ser nossos representantes. No nosso caso não tem sido diferente. Somos contra qualquer político que retire direitos  que o povo brasileiro conquistou com muita luta” – descreveu a professora Brasília a nossa equipe.
“Nesses últimos tempos tem crescido a bancada dos que estão a favor de reformas que vão contra os direitos conquistados. Dessa forma, estaremos orientando os trabalhadores em educação para que votem em candidatos que estejam comprometidos com a justiça social, e que defendam uma educação, pública, laica e de qualidade” – defendeu a professora Brasília.
“Educação é um ato político em que tomamos partido. E como educadores/as temos que ter claro qual projeto de educação ou para a educação estamos defendendo. Os setores do agronegócio estão crescendo, assim como  cresce a quantidade de candidatos conservadores. Eles sabem claramente o que defendem. E nós? Vamos continuar votando em pessoas que apenas retiram nossos direitos?” - destacou a professora Brasília.

“Estamos com um processo de sucateamento da educação pública. Apenas para citar alguns exemplos, de como anda esse desmonte, podemos lembrar do projeto Escola sem Partido, o notório saber, a retirada de Sociologia e Filosofia da obrigatoriedade, desmonte do Plano Nacional de Educação, reforma curricular de cima para baixo por meio da BNCC, tentativas de retirar o Piso Nacional. Além disso, estamos as vésperas do fim do FUNDEB. Em uma conjuntura como esta não temos como não se posicionar. Defender a neutralidade é bater palmas para o que tem sido imposto com esse "golpe". E educação é o contrário disso, é uma arma que ajuda a lutar! É por meio dela que formamos nossa consciência crítica e que compreendemos o mundo para transformá-lo em um lugar melhor. Como disse Gramsci, viver é tomar partido. E nós educadores não podemos nos furtar disso.” – descreveu o professor André a nossa equipe de reportagem. -

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