sexta-feira, 4 de maio de 2018

APLB – Sindicato se reúne com Secretário de Educação para discutir a data base/reajuste de 6,81%.

Por APLB - Sindicato/Departamento de Imprensa

Na Sexta-Feira (27/04), a direção da APLB – Sindicato reuniu -se, com o Secretário de Educação e Cultura Hermon Freitas. A reunião que ocorreu na sede da APLB no final da tarde e teve como pauta o reajuste salarial de 6,81%. Para o Secretário estamos em crise, mas para a direção, não podemos fazer com que os trabalhadores em educação paguem por ela. 
Imagem 1: Para direção da APLB - Sindicato reajuste do piso é fudamental para não ter perdas. "Nenhum direito a menos" - declarou a professora Brasília a nossa equipe de redação.   
O Secretário de Educação e Cultura Hermon Freitas, apresentou um gráfico para justificar a crise que o Município vem atravessando.  Segundo o Secretário, aquilo que o Município está recebendo/arrecadando e aquilo que ele paga aos trabalhadores em educação por meio do FUNDEB - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação acaba deixando as contas com saldo negativo. 
 
Imagem 2: Para o Secretário de educação Hermon Freitas, estamos em crise. Durante reunião demonstrou por meio de gráficos os gastos com pagamentos de funcionários por meio do FUNDEB.  
Para a direção da APLB – Sindicato o reajuste se faz necessário. Primeiro, tendo em vista que os (as) trabalhadores (as) em educação não podem pagar por uma crise a qual eles não foram culpados. Segundo, é preciso compreender que se não tivermos um reajuste os trabalhadores em educação compram menos e a crise aumenta. Terceiro, os profissionais ajudaram durante a crise para que a educação teixeirense tivesse melhor, mas para que ele não fosse penalizado com perdas de direitos. 
Para demonstrar as possibilidades de avanços e no que compete ao pagamento do reajuste a direção sindical de Teixeira de Freitas marcou com o assessor técnico da APLB – Sindicato de Salvador o Doutor Joel Santana Câmara, para que o mesmo demonstre que o reajuste é possível, necessário e viável para a categoria, tendo em vista que os (as)trabalhadores (as) em educação não podem pagar pela crise.      

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