terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Proposta da carga horária da Educação Infantil e Ensino Fundamental I gera impasse entre Sindicato e Secretário de Educação


Por André Almeida
Na segunda- feira, 05 de fevereiro, o Sindicato dos professores  - APLB – esteve em reunião com o Secretário de Educação Hermon Freitas, equipe pedagógica e equipe administrativa para tratar de questões vinculadas a rede. Na reunião o ponto mais difícil foi a carga horária da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. De um lado a proposta da Secretaria de Educação. Do outro, a do Sindicato na defesa da vontade dos educadores.  
           
Professor Hermon Freitas, atual
 secretário de Educação. 
A questão da Carga Horária da Educação infantil e do Ensino Fundamental, vem sendo um problema desde o início do ano letivo de 2018. Dentre as propostas, duas se destacam. A primeira, exposta pela equipe da Secretaria de Educação, coloca o estagiário com 20 aulas de 50 minutos, tendo um dia de AC (Acompanhamento Pedagógico), tendo além desse Estagiário, os professores efetivos com 15 aulas e AC – acompanhamento Pedagógico. A segunda, a proposta, defendida pela APLB e já implantada em alguns municípios do Extremo Sul como Eunápolis e Medeiros Neto, que é de 13 aulas/aula de 50 min.. Aqui em Teixeira  a prosposta possível é esta carga horária de 15 aulas/aula de 50 minutos para os profissionais da Ed. Infantil e Ens. Fund. I, sejam eles efetivos ou estagiários. Além disso, o sindicato não abre mão do acompanhamento pedagógico, ou seja,  o AC.
Professora Brasília diretora da delegacia do Extremo
Sul da APLB - Sindicato 
“Nós não vamos retroceder às conquistas. Esses momentos de planejamento e formação continuada são fundamentais para a formação do professor e tem um impacto na qualidade do ensino. Além disso, é garantido pela LDB – 9394/96”– declarou a professora Brasília à nossa redação.  
            Outra questão que vem gerando impasse para a direção da APLB Sindicato com a SMEC, é que todos os professores da rede que estendiam a carga horária até dezembro de 2017, devem ter sua extensão de carga horária garantida e as aulas devem ser de acordo com as orientações acordadas. Segundo a professora Brasília, 15 aulas com tempo de 50 minutos e AC melhora em muito a qualidade da educação. Tendo em vista que até o Coordenador vai ter momentos de formação continuada e planejamento como era a regra em 2017.
            Não vamos abrir mão daquilo que conquistamos com muita luta. Na quinta-feira 08/02 teremos uma Assembleia, onde colocaremos as dificuldades  enfrentadas no momento, já que a proposta de aumentar a carga horária sem levar em conta, a qualidade da educação de Teixeira de Freitas, não é interessante para nenhum lado, sejam eles, trabalhadores e Secretaria de Educação, que devem ter como horizonte comum a meta de aumentar a qualidade do ensino do município.   

           


Um comentário:

  1. Muito boa defesa minha amiga Brasília.Vc sempre defendendo a nossa classe.Parabéns pela incessante luta!!!

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