sexta-feira, 1 de março de 2019

Direção da APLB – Sindicato pede a pais, responsáveis e estudantes para que se preparem para a possibilidade de uma greve por tempo indeterminado na Rede Municipal.



       Por André Almeida 
    Desde o ano passado os/as trabalhadores/as em educação estão tentando um diálogo com o atual prefeito Temóteo Brito (PSD), para que a LEI do Piso nº 11.738/08 seja cumprida e o reajuste de 3,41% seja realizado. Mas o gestor junto com o Secretário de Educação e Cultura Hermon Freitas, vem tentando não cumprir uma Lei Federal.
Imagem 1 - prefeito Temóteo Brito (PSD), não tem comparecido a mesa de negociações para tratar da Lei do Piso nº 11.738/08.

       Para não realizar a reposição, o gestor Temóteo e o Secretário Freitas, marcam, porém não comparecem a mesa de negociações. Tentam se reunir com as diferentes frentes sindicais para dar um reajuste único para toda categoria dos trabalhadores municipais, sem levar em conta o Plano de Carreira dos trabalhadores/as em educação. Recentemente chegaram a declaram falência do município, mas esquecem de falar que a verba da Educação é específica, ou seja, os professores/as recebem pelo FUNDEB. Esse dinheiro cai direto na conta e hoje se encontra com um saldo positivo para pagar os/as professores/as (Veja abaixo o extrato em anexo com entradas e saídas dos valores que se encontram na conta no Banco do Brasil).





       ”Nós trabalhadores/as em educação tentamos o diálogo, mas o prefeito junto com o secretario preferem condenar 24 mil alunos/as a uma paralisação que causará prejuízos a pais, responsáveis e estudantes” – declarou a professora Brasília a equipe de reportagem.  
Imagem 2 - Do lado esquerdo, prefeito Temóteo Brito (PSD), e o Secretário de Educação e Cultura Hermon Freitas (do lado direito), os dois não tem comparecido a mesa para negociar o reajuste dos trabalhadores em educação. 

“Os políticos quando prometem priorizar a educação e a saúde nos discursos de campanhas, não tem noção da complexidade dos problemas que irão enfrentar e que terão que solucionar, pois foram eleitos para isso. Tem haver com cumprir a legislação vigente, condições mínimas de trabalho e, no caso da educação, vai desde merenda escolar, ventiladores, bebedouros, quadro de pessoal suficiente para receber e manter os estudantes em condições dignas para o ato de educar, entre outros.” – completou a professora Brasília.

                
Em nota a APLB - Sindicato encaminhou o ofício 001/2019 (veja foto do ofício na imagem acima) . Nele a entidade reitera o pedido de uma reunião em separado com o prefeito Temóteo Brito e o Secretário de Educação e Cultura Hermon Freitas para tratar das pautas de reivindicações da educação da rede pública municipal e das especificidades da mesma.






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