Por APLB Sindicato/Setor de Imprensa
Para piorar a situação, os
outros seguimentos não se encontram em situação melhor. As crianças não estão
se alimentando conforme a orientação da nutricionista. A unidade é forçada a
ofertar as crianças carne de soja e mingau como maior parte das refeições. Verduras
e frutas – que são recomendados por nutricionistas – não estão fazendo parte da
dieta das crianças. “Causa constrangimento quando uma criança traz uma fruta de
casa e no horário do recreio não conseguimos ter essa alimentação para os
demais” – declarou uma funcionária da unidade.
Imagem 2: É triste ver que um
espaço tão acolhedor esteja fechado por uma questão que é direito da
comunidade. Até quando esperar?
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A CMEI hoje atende aos
seguimentos de creche (0 a 3 anos) e (pré-escola 4 e 5 anos). Tem sua merenda
resumida a fubá, tapioca e mingau. As profissionais da educação acabam em
alguns momentos tirando do seu próprio bolso para complementar a merenda. Elas compram
temperos e muitas vezes, frutas e
verduras. Algumas acabaram pintando suas salas, pois além de cansarem de
esperar precisavam fazer desse espaço um local de cuidado e acolhimento. “A
nossa educação sempre vai parar em rádios municipais. O que eles estão esperando
para agir? Da forma como as coisas estão sendo feitas, a educação municipal
esta concorrendo para entrar nas manchetes a nível nacional” – declarou o
professor André Almeida a nossa equipe de redação.
Cardápio de papel:
Veja abaixo o que as crianças deveriam estar consumindo no cadápio enviado para as creches com aval do secretário:
Veja
mais fotos (em Breve publicaremos):


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