terça-feira, 15 de maio de 2018

APLB – Sindicato: Ausência do Secretário Municipal de Educação, na mesa de negociação para cumprimento do reajuste do Piso Nacional de 6,81% demonstra descompromisso com a categoria

                                                                                                                                      Setor de Impresnsa da APLB - Sindicato
          Na manhã de quinta – feira, dia 11 de Maio, se reuniram na Secretaria Municipal de Educação os técnicos vinculados à administração pública Municipal e a consultoria técnica da APLB. Também estavam presentes os representantes da diretoria da APLB Sindicato. Todos para encontrar através de estudos uma forma de realizar o reajuste do Piso Nacional de 6,81%. 
Imagem 1: Técnicos e direção sindical estudam a folha para possível reposição do reajuste de 6,81%. Para direção da APLB Sindicato, ausência do Secretário Hermon Freitas, deixa a possibilidade da leitura de que a pauta do reajuste é algo menor. 
         A reunião aconteceu em um clima tenso, mas segundo estudos realizados pelo assessor técnico da APLB – Sindicato Doutor Joel Câmara, sem o reajuste do Piso Nacional de 6,81% os índices fecham em 91,6%. Já com o reajuste, a folha fecha em 96,29%. Dessa forma, não vai ser a reposição que mudará a situação financeira da atual gestão da pasta de Educação e Cultura.
Imagem 2: Doutor Joel explica que com reajuste ou sem a folha já esta acima dos 60%. É preciso um estudo da rede pública municipal.
         Segundo o assessor Dr. Joel, foi solicitado desde gestões anteriores um mapeamento/estudo da rede. Coisa que não foi realizada. Para o representante da APLB, se o Secretário Hermon Freitas, quer realmente melhorar os índices, ele precisa fazer um mapeamento da rede com quantidade e funções de cada um na área da educação e pesquisar os índices de pagamento.
         “Não é hora de reclamar, os trabalhadores/as precisam desse reajuste, assim como do seu 13º. Muito nos incomodou a ausência do Secretário Hermon na mesa, isso deixa a impressão que essa pauta, para ele, não é prioridade. Dessa forma, ele vem tratando outros problemas da educação. Tentamos de todas as formas melhorar os índices, fizemos a nossa parte. Estamos aguardando para o mais breve possível, uma reunião com o prefeito e sua equipe econômica, para fechar de vez essa questão, já que a data base da categoria no mês de Abril terminou sem ser cumprida. Não vamos aceitar que o trabalhador pague a conta" – declarou a professora Brasília.


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